MEU AMOR VERDADEIRO 

O que é o amor se não a desmedida falta de pudor? A ânsia ininterrupta de chamegos e o calor insistente da paixão? é 
muito pouco para desenha-lo, mas serve por hora, porque tudo isso é duvida quando se cria um amor sem coração, monossilábico e unilateral. Um sentimento de momentos que 
não cria história e nem lembranças que se eternizam. Não se chama de amor uma volúpia egoísta ou mesmo um beijo no 
espelho. O amor é como o céu, mas nunca,como as nuvens que nos iludem, enganam com suas formas e desenhos mutáveis e 
se extinguem sem explicação. Seja o amor escondido, virtual ou passageiro, que seja um amor que não minta ao coração.Seja amor maternal, mas se for para ser amor companheiro, um tesão de amor, que seja para "sempre",enquanto "sempre" durar, 
um amor que não se esconda, não se furte dos próprios 
sonhos.

Jose Carlos Cavalcante
Enviado por Jose Carlos Cavalcante em 19/06/2006
Reeditado em 19/06/2006
Código do texto: T178545