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Solidão da madrugada

Ou solidão da minha alma.
Só sei que sem sono estou.
Um grande vazio, profundo.
Penso na inutilidade de tudo.
Não adianta fingir, ser insensivél, seja lá o que fôr.
Quando se tem uma tristesa, uma dor.
Bom eu pêlo menos não sei disfarçar.
Fingir que está tudo bem.
Não posso, não consigo.
Uma solidão muito grande.
Sempre se tem isso, guando se perde algo.
E eu sempre perco, a vida inteira.
Só que paro e me pergunto, porque?
Serei eu a culpada?
Ou é o destino , a sina?
Ou meu modo de ser?
Música sertaneja, gosto, nas madrugadas elas são mais tristes e verdadeiras.
Sim porque nem amizades verdadeiras não tenho.
Achar um caminho, como fica dificil.
Vontade de ir embora, sem demora.
Ah se eu pudesse , mas vai chegar a hora que sim.
Mas para onde?
E minha cabeça?
Vou deicha-la?
Impossivél.
Como dizem , cada cabeça uma sentença.
E a felicidade está, onde estamos.
E não onde a pomos.
Mas tudo uma grande chatice.
Meu Deus paro e penso.
Sou um zero á esquerda.
Ou não?
Bom tanto faz.
Ou não faz?
Que coisa, porque tudo isso?
Como se tivesse que pagar por todos os pecados do mundo.
Mas que droga de mundo?
Ou de pecado?
martamaria
Enviado por martamaria em 01/12/2006
Reeditado em 05/12/2006
Código do texto: T307230
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
martamaria
São Paulo - São Paulo - Brasil, 72 anos
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martamaria