Os patéticos

Alguns países para se tornarem o que são hoje tiveram que se sujeitar a serem por algum tempo a “cozinha dos Estados Unidos”.

Japão, Coréia do Sul e China, por exemplo, forneceram por muitos anos os artigos industrializados que os Estados Unidos queriam comprar a preços irrisórios e em troca recebiam os recursos que precisavam para resolver seu problema imediato que era a pobreza.

Mas isso tinha um custo acessório, a sujeira. A industrialização repentina desses países gerou sérios danos ambientais que eles tiveram que corrigir depois.

O Brasil, desde o início do séculos XX teve muitas oportunidades que o poderiam ter levado a ser a segunda economia do planeta, sem passar pela situação que os países acima passaram.

Porém somos os patéticos. Um povo sem amor ao país, individualista, desorganizado e que gosta de conceder honra aos tolos..

Essa imagem triste é espelhada pelos nosso políticos.

Para citar apenas alguns dos mais recentes, pós governo militar, temos: José Sarney, Fernando Collor, Edson Bobão, digo Lobão, Luiz Inácio Lula da Silva, Michel Temer e a nova safra de, Gleisi Hoffman, Vanessa Grazziotin, Jean Wylyis, Erika Kokay, Manuela d’Avila, Weslian Roriz e outros.

Temos que fazer referência especial a mais pateta de todas, o maior símbolo na alienação do povo brasileiro, a Dama das Abobrinhas, Dilma Vana Roussef.

Ressalto que não estou tratando de corrupção. Estou me referindo apenas às figuras patéticas que quando falam, sentimos vergonha por elas.

Argonio de Alexandria
Enviado por Argonio de Alexandria em 13/12/2017
Código do texto: T6197763
Classificação de conteúdo: seguro