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O prelúdio da dor...

Não querermos ver, não queremos sentir e mesmo sem querer saber, acontece...

A perda de um ente querido, quando súbito, sim sentimos, e como sentimos, ao vermos que por um momento estava ali, mas, em pouco tempo, horas... já não mais. Vida com tanta vida pra ser vivida, se vai... quem pode conter, quem pode mudar, quem pode fazer o tempo voltar, ninguém. Só volta as lembranças do que ficou e só fica o que restou, saudades...

A perda de um ente querido, quando doente, sofremos junto, são momentos de agonia, queremos tanto ajudar, mas somos tão limitados, clamamos ao dono da vida e deixamos em suas mãos, pois nesta hora, somente um milagre. Ficamos doentes também, coração que sai do compasso, como um nó em si, sente o aperto que dói se condói e a alma esmorece, enfraquece, lágrimas que ofuscam a visão, querendo somente o quadro reverter. Mas, o inevitável acontece e como uma prece a vida vai, se vai...deixando somente o sublime aroma da mais terna saudade, tempo que ficou, tempo que não volta mais...

Somos tão insignificantes, somos tão perecíveis, somos tão frágeis... ahhh, se o homem desse conta do que realmente é, 'pó', com certeza, não perderia tanto tempo com tudo aquilo que é inútil, fútil, seria e teria uma vida mais útil, com certeza, entenderia o verdadeiro significado de sua existência, deixaria de ser ator, para viver uma real história de valor!

*Glaucia Amaral
13/01/18
Glaucia Amaral
Enviado por Glaucia Amaral em 13/01/2018
Código do texto: T6225385
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Glaucia Amaral
São Paulo - São Paulo - Brasil
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Glaucia Amaral