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Em paz, num paraiso!

Me levanto, agora como alguém que renasce das cinzas de um deserto. Penso em meus problemas como meras fases que se passaram como qualquer coisa que temos como descartável, que passa levado por uma ventania sem pesares. Agora espero minha glória e estar presente entre as várias almas que estão em lugares preenchidos de paz e oportunidades diferentes deste cruel e insano mundo de desgosto. Vagando entre as flores, sentado embaixo da sombra de uma palmeira, pensarei nos momentos bons em que passei neste mundo de vaidades, repleto de pessoas e seres que pensam em nada mais longe, que seu próprio nariz. Espero estar em paz comigo mesmo e poder desfrutar de minha eternidade, calmo, como um riacho que passa em um bosque, ao som de pardais, livres como o vento, cantando a doce canção da liberdade...
Livre estou agora para poder viver como manda meus instintos e poder-me dizer que posso cada dia mais estar em presença com a mais bela paisagem desnuda da poluição que contamina nossos corações com injustiças e palavras que não deveriam sai de boca alguma, nem quando se referir a pior criatura que se possa imaginar...

Este foi mais um desabafo meu... espero que quem leia entenda... estou a digitá-lo há tempos... enfim terminei
Rafael Rezende
Enviado por Rafael Rezende em 26/08/2007
Código do texto: T624948
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Sobre o autor
Rafael Rezende
Sumaré - São Paulo - Brasil
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Rafael Rezende