IREMOS...

Não importa de que maneira, se acidental, natural, assassinado registrado em notícias de jornal, ou mais discreta, de asma, bronquite, sinusite, pneumonia e em espasmos de tosse e falta de ar; o certo é que iremos, a cada qual a sua sina, a nossa, fatídica, terminal. Fértil tema de todas as épocas, religiões, filosofias,de pensadores, cientistas, boêmios, empresários , operários, ricos e pobres, panças saturadas ou famintas... Talvez, diria com certeza, nada mais democrática que a Morte, seja em pompa ou cova rasa, a ninguém diferencia...