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QUASE NADA...

              O amor começa sempre, com um olhar, um flerte, um gesto, um sorriso, um quase nada...
               
             Terminando sempre, de forma quase inesperada, por um motivo fútil,  por um quase nada, porque o sopro do vento o levou.

             No outono da vida, quando as folhas caírem, e as lembranças ficarem na árvore do amor, eleve aos céus uma prece e agradeça os momentos inesquecíveis da primavera do amor.

             
Jorge Gil
Enviado por Jorge Gil em 16/09/2007
Reeditado em 16/09/2007
Código do texto: T654711

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Sobre o autor
Jorge Gil
Goiânia - Goiás - Brasil, 80 anos
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Jorge Gil