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DO PRAZER... DE JULGAR... E CONDENAR!

       "Não julgueis, e não sereis julgados;
    não condeneis, e não sereis condenados;
         perdoai, e sereis perdoados.
     Dai, e ser-vos-á dado;
  boa medida, recalcada, sacudida e transbordando
      [vos deitarão no regaço;
 porque com a mesma medida com que medis, vos medirão a vós"
          (Lucas 6: 37-38)

     No espontâneo movimento a se instigar em todas as horas
 Ah! Como a naturalmente se induzir no que se faz...
      E como é grande tal prazer:
 A de julgar... e mais ainda... de condenar... o outro!
    Mas, seria insano pelo que destarte s'é?
  Ou seria, de fato, justo (no que se acha então árbitro de todos!)
  Ai! E quem nest'espaço nunca foi d'outro seu cruel algoz?

      Tribunal do tempo!
  Quantos juízes...! Quantos promotores...!
   A constantemente buscarem testemunhas contra seus delitos
       E assim, quanto a tantos condenam!

   Oh! Sê-los-iam, portanto, a se acharem melhores...
       [que os réus de seus fóruns?


                       *************************

                            06 de outubro de 2019

Paulo da Cruz
Enviado por Paulo da Cruz em 06/10/2019
Reeditado em 06/10/2019
Código do texto: T6762489
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Paulo da Cruz
Curvelo - Minas Gerais - Brasil
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Paulo da Cruz