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Homem e Tempo e suas conceituações. Sistemas de governo

Pior que coronavírus é o pecado que nos enfeia
e nos distancia de Deus e dos irmãos
pelo mau uso de nossa capacidade, inteligência,
pelos dons da liberdade, os dotes da vida e beleza,
o corpo e suas potencialidades...

__________

Onde está o homem o defeito e o erro juntos estão:

Where is the man the defect and the error together are.

¿Dónde está el hombre? El defecto y el error juntos son!

Quis est homo qui defectum et errorem unum. (Latim)

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Estudar os falsos cognatos em inglês e espanhol.

parents = pais; relatives = parentes ou familiares.

vaso = copo em espanhol.

to pretender = fingir
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Tempo e suas conceituações. Sistemas de governo

J B PEREIRA

O tempo relativo de distanciamento entre presente e o passado (cronos). O tempo cheio de possibilidades e abertura à salvação: KAIRÓS.

O Eterno Retorno: na mitologia é o tempo circular, cíclico, mítico, mitológico: o homem esquece que cai ou saiu dos deuses e a eles um dia voltará com a morte.
O mito da caverna faz alusão ou remete ao Eterno retorno.

O tempo linear ou cronológico: sempre em frente, fundamenta a ciência e a ideia de progresso hipotética (se possível, talvez ideal, utópico) e categórico (real, inevitável, causal, histórico, etc.).

O tempo da ficção: rememorização ou recordação (um tempo remoto ou distante e de difícil lembrar: a psicanálise e antigas religiões usavam a hipnose para cura de fobias, traumas etc.) e reminiscências (tempo próximo de um passado provavelmente próximo e rápido à lembrança do individuo ou do grupo).
Toda memória é coletiva, porque até mesmo o que o indivíduo sonha no sono é inculcado pela cultura de seu tempo ou pela ideologia ou ideologias.

Memento: lembrar-se e orar pelos mortos (tanto do culto cristão como os antigos povos não cristão cultivavam ou cultuavam seus mortos de diferentes ritos e celebrações... ). Lembrar-se deles é o memento litúrgico: quando oramos pelos entes queridos falecidos!

Historicidade em Kant é material e ideação. Ele fez a metafísica à maneira dele: ao compilar duas obras: Crítica da Razão prática e Crítica da Razão teórica ou pura.

Marx nega a ideação da matéria, fixa-se na economia ou seja, na história das sociedades humanas (dos clãs e tribos até o capitalismo selvagem ou corrosivo ou competitivo (onde o burguês detém a mais-valia ou lucratividade e o operário só lhe resta a espoliação e marginalidade) como as formas de transformação da natureza e de produção dos homens na História antes e no capitalismo. Daí sua obra destaca é o Capital.
Nesse contexto, Crítica Dialética ou Materialismo dialético é o processo entre a superação do capitalismo, passando do socialismo ao comunismo (este último é a sociedade sem classe: o céu marxista: tudo para todos, sem empecilho burguês da propriedade, família com patrimônio, nessa a mulher e tudo e até os filhos como mercadoria de lucro - até a sexualidade e o corpo.
A religião seria a dimensão de justificação da ideologia burguês de manter o status quo e não querer a mudança dos operários e mantê-los alienados como os burgueses os alienam no trabalho sem condições a promoção das classes operárias e trabalhadoras mais pobres...)



Só que é bonito na teoria o marxismo como crítica ao capitalismo.
Na prática não funciona porque continua a opressão entre os que estão no poder e aos de baixo, o povo.



O socialismo gera escravos ideológicos.
O capitalismo mantem e gera pobreza e a exploração do povo para manter a riqueza de poucos no poder. Há precariedade de educação e serviços do estado.

Social-Democracia é uma tentativa de articular ambos, superando os defeitos de ambos, otimizando o que têm de positivo.
Mais ainda, é plausível as injustiças e corrupção porque todo sistema dos homens são sujeitos às suas limitações mesmo diante de aperfeiçoamentos coletivos e avanços, os quais não se podem negar sociologica e antropologicamente.

O liberalismo é o forma capitalista de controle do Estado sobre as regras na economia.

Com a globalização, terceirização de empresas, o neoliberalismo se afasta do liberalismo porque o Estado Mínimo não é mais o Estado do bem-estar coletivo, agora a economia manda na política global...
Daí o fluxo de pobreza, riqueza, migração, refugiado, guerras, corrupção, sede, fome, exílios intelectual e politico... aumentam.
As nações se reúnem em blocos econômicos para se defenderem contra outros...
J B Pereira
Enviado por J B Pereira em 20/03/2020
Reeditado em 07/07/2020
Código do texto: T6892043
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
J B Pereira
Piracicaba - São Paulo - Brasil
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35 e-livros (542 leituras)
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J B Pereira