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Atormento


Sei que isso aqui não é um diário, não é o confissionário do padre... mas confiante no poder de exorcizar que a escrita tem, tento assim aliviar uma mente atormentada. A saber, a minha.

À beira da loucura, não esta de fazer loucura, mas a de ficar louco, passando por um momento de dúvida, de escolha sem caminho, sem chão pra pisar, de sonhos distantes que se modificam a cada instante. Não pode ser assim, tem que querer. Tem que poder. Tem que ter. Tem que fazer. Tem bosta nenhuma, fico cheio de tudo. Me dá vontade de sumir, mas deixar rastro pra me acharem, pois, não seria eu o que se negaria a viver. Apesar de tudo, acredito na vida, acredito que as dúvidas vão passar, que posso mudar as coisas, que posso ter ajuda se procurar... mas vou tentando sozinho clarear a situação.

Sinto muito pelos que deixo no caminho com algum tipo de mazela, com machucado que dói, com ferida que sangra. Sinto muito por eu não estar machucado, por eu não sangrar ou sentir dor, a não ser a dor de ver nos olhos dos outros o mal que causei. Logo logo vou amadurecer, vou começar a ponderar mais minhas decisões, vou começar a definir melhor  o meu sentido. Enquanto isso vou vivendo, tentando chegar na época da maturidade.

Por hora é só...
TMatos
Enviado por TMatos em 12/11/2007
Código do texto: T734335
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Sobre o autor
TMatos
Vitória - Espírito Santo - Brasil, 32 anos
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