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Meu castigo

Silencío na escuridão, o meu vagar é inquieto, nem sei mais como orar, perdido na minha desolação, me pergunto, minha pena já não é bastante?, permaneço em castigo. Sigo nas sombras, atrás de tudo eu me escondo, me devoro, me calo, me explodo, me ignoro, me culpo, me envergonho, me torturo e me vou, tentando inutilmente escapar, de mim mesmo.
JOÃO MOLON NETO
Enviado por JOÃO MOLON NETO em 20/11/2007
Código do texto: T744826

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Sobre o autor
JOÃO MOLON NETO
Franco da Rocha - São Paulo - Brasil, 35 anos
331 textos (17821 leituras)
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JOÃO MOLON NETO