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UM HORROR



O agora foi embora
Quando a cara dela viu,
Pois tanta amargura
Nem mesmo em moldura,
Consegue se estampar.
Os olhos irados,
Cabelos amassados,
Boca irritada.
Nada consegue
Aliviar o stress
Desta desvairada.
Seu desviou começou
Quando o primeiro tapa
Na bunda levou,
O grito que ela deu
Ninguém acreditou,
Mas mesmo assim
Uma voz apareceu,
E alguém contrariado disse:
O bebê nasceu!
Dai em frente foi só perversidade!
Pois não havia no mundo um ser tão contraria dor
Mesmo que quisesse ninguém naquela cidade,
Conseguia por aquela criatura sentir amor.
Por onde ela passava
Tudo se devastava!
Ela abria a boca,
E não havia quem não se irritava.
Um ser tão esstresante!
Que não passava despercebida um instante.
Gioma
Enviado por Gioma em 20/01/2007
Código do texto: T353686

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Sobre o autor
Gioma
Curitiba - Paraná - Brasil, 63 anos
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Gioma