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Flores Mortas



Brota em meu peito, tal qual a negra solidão, os sonhos desfeitos machucados pela dor da tristeza solitária em que vivo agora.

De dentro de minh'alma, sai um triste lamento feito um rio de lágrimas nesta hora quase morta que meu coração está vivendo agora.

Nesse desespero que meu coração vive agora! Sinto um vento frio soprando em meu rosto, tão sereno quando ao luar que meus olhos contemplam nesta hora.

Penso o porquê do nascer se o direito a existência de amar está sendo negado, será que minha sina é viverem feito flores mortas?

Então! De dentro do meu coração uma luz reacende trazendo de volta a esperança perdida, para acalantar minha alma com um novo brilho que reluz em meu coração sofrido.

Esperança que chega de mansinho, trazendo a força necessária para levantar do pó meu corpo quase morto pelos sonhos desfeitos em meu peito feito flores mortas.


 Lucimar Alves
Lucimar Alves
Enviado por Lucimar Alves em 23/08/2017
Código do texto: T6092683
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Lucimar Alves
Goiânia - Goiás - Brasil
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Lucimar Alves