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FILHINHO DA MAMÃE*


Filhinho distante... Que fazer?
Estás tão longe do meu lazer,
Da rotina, das minhas zangas...
Lembro os olhinhos... Miçangas...


Ah! Teus olhos... Que brilho!
Como é franco e calmo teu riso...
Como é tênue tua figurinha
Feliz... As faces rosadinhas!


Lourinho irrequieto e treloso.
Pequeno, querido... Maravilhoso!
Meu sonho em tuas brincadeiras,
Carrinhos espalhados na esteira...


Tanto tempo, fico no trabalho...
Penso em ti, em casa no assoalho...
Carente de zelo, meu benzinho!
Minha paixão, meu grudinho...

Excerto do Poema "Filhinho da Mamãe"
Este poema dedico a todas as mães que trabalham e precisam deixar seus filhinhos em casa... Vão, mas, ficam morrendo de paixão e de pânico, e o pior de muito sentimento de culpa... O espaço social para as mães trabalhadoras ainda está muito injusto e sem representatividade. As mães ainda estão recebendo como favor um direito e um dever da sociedade para com essas bravas cidadãs...

 


Ibernise.
Boa Vista (RR), 26OUT1975.
* Núcleo Temático Filosófico.
Direitos autorais reservados/Lei n. 9.610 de 19.02.1998.

Ibernise
Enviado por Ibernise em 09/02/2007
Reeditado em 07/06/2011
Código do texto: T375261
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Ibernise
Goiânia - Goiás - Brasil, 70 anos
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