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SERPENTE ESPÉCIME HUMANA



SERPENTE ESPÉCIE HUMANA
Texto participativo de uma Ciranda Poética

Serpente peçonhenta
Amedronta, causa arrepios
Nojenta, detestada
Ser abominável...
Na natureza vivendo
Só ataca sua presa
Quando fome tiver
Segue seu instinto
Que é sobreviver!
Olhando bem... é bonita,
Desenhada, colorida!
Diferente da espécime humano
Que de amiga se transveste
Com jeito se aproxima
Seva sua presa...
Usando palavras em poesia
No seu ímpeto de destruição
Vai destilando veneno, ironia
Satisfazendo seu ego doentio
Impregnado de maldade, ciúmes
Pretensão, carente de amor e afeição
O que a criatura ignora
E que a natureza, imunidade nos deu
Pouco adianta teu veneno
Utilize teu tempo, seja útil
Esqueça-me, pois para mim
Você há muito... já morreu...
Em pó, se converteu,
Sissssssssssssssssss........

Nadir A D'Onofrio
05/11/2004
Santos SP

 


 






Nadir DOnofrio
Enviado por Nadir DOnofrio em 10/03/2005
Reeditado em 02/09/2018
Código do texto: T6303
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Nadir DOnofrio
Serra Negra - São Paulo - Brasil
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