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Eu. (Ou qualquer coisa assim.)

passa, passa, passa o tempo
o tempo passa como o vento,
o vento caça como o centro
e o centro escaço a um ponto dentro,
e dentro eu passo cego ao cento.
sento e a vida passa um tempo,
tempo sopra, espeta o manto...
manto, mato, meto e minto
minto, mato e manto meto,
meto o olho e saco e sinto,
sinto o centro-cento, o ponto
ponto e sempre o sinto atento,
tento, passa, piso e passo,
passo o cinto do fracasso,
e no fracasso a vida passa,
vida passa sempre escaça.
passa, passa, passa o tempo
e como a vida sempre passa
o tempo passa como o vento.
Melques Aleixo
Enviado por Melques Aleixo em 28/02/2008
Reeditado em 02/04/2008
Código do texto: T879194
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Melques Aleixo
Guarulhos - São Paulo - Brasil, 33 anos
21 textos (1153 leituras)
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Melques Aleixo