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FIM

Hoje eu poderia morrer tranquilo
Ou simplesmente nascer novamente,
Poderia continuar ainda sozinho
E encontrar os suspiros, lentamente.

Poderia dizer ao sublime vazio
O quanto completou o meu ser,
O quanto inspirou-me ao infinito;
Assim, o quanto me ajudou a escrever.

Escrever sobre o obscuro da mente,
Explorar o ímpeto do triste poeta,
Traçar o imaginário da afagada alma,
Onde o que se vê é agonia da dor dispersa
E a morte predestinada, em nada, de repente.

Disseste às flores que desaparecessem
Quando o segundo sol viesse a emergir,
As pinturas retratavam sua chegada
E o que antes significava a longa estrada,
Agora representava o singelo e doce fim.

Itacoatiara-AM, 13 de agosto de 2019.
Abraão Marinho
Enviado por Abraão Marinho em 21/08/2019
Código do texto: T6725714
Classificação de conteúdo: seguro

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Abraão Marinho
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