O  mesmo verde que encanta,
Leva o homem a fazer o mal...
Um é o verde da vida,
O outro do vil metal!






Inspirada no tema da Ciranda (O Verde da Mata) proposta pelo amigo e poeta Antonio Tavares de Lima, a quem agradeço imensamente pela oportunidade.
http://www.recantodasletras.com.br/cirandas/3671272





Participação Especial

São os assassinos da Natureza
sem alma sentimento e coração
Acabam com a fonte da vida e a beleza
pelo vil metal praticam a devastação


Eemanuel


O verde é minha dileta cor
Nada contra: azul, amarelo...
Com verde escrevo amor
De verde o mundo fica belo...

 

Enquanto muitos querem o verde
outros como assassinos
destroem o pouco do verde
que temos neste mundo.

  A natureza só grita
Mas ninguém interfere
O mar se agita
A onda é brusca e fere.


zemary


O verde revela a esperança
Que nasce junto com o amor
E a natureza não se cansa
Apesar de nós, ama com fervor


Silvanio Alves


A natureza é dadivosa
Vamos então preservar!
Ela é útil, generosa
É nossa fonte alimentar... 


Maria Marlene



O bom verde sempre acalma
E nos alimenta com bons frutos!
Dá paz e sossego pra nossa alma,
Bem diferente do dinheiro bruto!


Tildé


Obrigada pelas carinhosas visitas e pelas belíssimas interações que fizeram aqui,  Eemanuel, Aleixenko,  Marcus, Zemary, Silvanio, Maria Marlene e Tildé.

Um beijo fraterno e uma linda noite a vocês, amigos poetas.
Sirlene Rosa
Enviado por Sirlene Rosa em 24/02/2014
Reeditado em 05/03/2014
Código do texto: T4704950
Classificação de conteúdo: seguro
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