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Carpe Diem

Fui testemunha de muitas palavras
Algumas tão doces, outras tão amargas
Já fui depositário de ódios e mágoas
Alvo móvel de culpas e pragas

Sem saber por que tanto isso
Tanto ressentimento, sem compromisso
Tornei-me descrente, desde o início
Estive carente, inseguro e omisso.

Mas veio a recusa em fazer tal papel
Veio a vontade de não ser cruel
A luz que me guia, clara como o céu
E a sorrir, das maldades afastar o véu...

Sorri, continuei sorrindo e amando
A vida, o mundo, e segui andando
Mesmo que ódios continuassem brotando
É aos infelizes que ele está enganando.

E felizes os que entendem a dor
Dos que bóiam na poça do desamor
Entendem que a eles já basta o torpor
De não ser, não sorrir, perder o calor

Ao tornar-me apartado de tudo que é mau
E ter outra energia, ver um mundo ideal
Em sentir bem da vida, o doce e o sal
Senti o raro prazer de um dia normal.

Parabéns a quem fez essa travessia
Imperfeitos somos todos, mas há quem sorria
E aprenda com os erros, não com a apatia
Fazendo valer o conselho: Aproveite o dia!
Odemilson Louzada Junior
Enviado por Odemilson Louzada Junior em 20/04/2009
Código do texto: T1549448
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Odemilson Louzada Junior
Niterói - Rio de Janeiro - Brasil, 45 anos
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Odemilson Louzada Junior