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Beijando a natureza:



Abraçado, a solidão.
Vou andando sem destino
Cruzando verdes campos floridos
Apreciando a natureza, sou andarengo.
Sem me importar, se estou sozinho.
Se em minha volta, existe um deserto.
Pra onde eu olho só vejo o horizonte
Nem tão próximo, nem tão distante.
Sinto que eu devia tentar ultrapassa-lo
Mas os anos se acumulam a minha frente
O distancia entre eu, e o horizonte continua.
Sem desistir, vou beijando raios de sol.
Beijo a brisa que beija meu rosto,
Beijo à noite que me abraça, e me beija
Beijo a lua que me beija com raios de pratas
Beijo o orvalho que beija a relva, que me beija.
Beijo as estrelas, que me beija na madrugada.
Beijo as nuvens que me beijam, eu beijo o céu.
Bendigo aos trovões, e aos relâmpagos.
Que anunciam chuvas, que vão molhar a terra.
Para que a terra possa florescer cada vez mais.
Que a semente fecundada, germine o amor
Para todos terem a mesma certeza, que tenho.
Que os pingos de chuva que beijam meu rosto.
São pingos de fé, gotas de esperança, e paz.
Fazendo-me querer, viver só na natureza!

vovonei

Balneário dos Prazeres
           29/06/06






Volnei Rijo Braga
Enviado por Volnei Rijo Braga em 25/08/2006
Código do texto: T224643
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Volnei Rijo Braga
Pelotas - Rio Grande do Sul - Brasil, 74 anos
2317 textos (155544 leituras)
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Volnei Rijo Braga