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Quase branca poesia

A vida
Vai indo
Livre, solta
Sem rumo.
Sem rumo certo
Incerta
A vida v ai indo
Espontânea
Como o amor
Livre como o vento.
Está na hora
O tempo está passando
E tem que ser agora
A hora de se despedir.
Na vida
Tudo passa
E ao tentar
Acompanhar o tempo
Fica para trás
Aquele que para.
O trem do destino
Já vem vindo
E não há hora
Minuto ou segundo
Para esperar e quem
Perde este trem
Perde a chance de viver
Um momento a mais.
As palavras cessaram
Talvez por um instante
Talvez para sempre
Ou até mesmo
Por um longo momento
Mas isso faz parte da vida
E o meu pensamento
Vai longe
Voa alto
Mas cai de repente.
A vida
É feita de momentos
E quem não os vive
É alheio à vida.
Para resumir
A vida é uma eterna epopeia
Nós, os poetas que fazemos
E vivemos o poema
De versos imprevisíveis.

                                                                Cícero – 15-12-92
Cícero Carlos Lopes
Enviado por Cícero Carlos Lopes em 09/02/2016
Código do texto: T5538530
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Cícero Carlos Lopes
Ferraz de Vasconcelos - São Paulo - Brasil, 43 anos
374 textos (6591 leituras)
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Cícero Carlos Lopes