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A ação do ódio ou o dia em que o ódio explodiu

O mundo amanhã vai se arrepender,
Uma bomba de emoção vai explodir,
As situações, todas, vão se misturar,
Muitas delas se contornar...

Os escritórios amanhecerão revirados,
Um terremoto retirará das gavetas a falsidade,
Dos presidentes serão tirados a tranqüilidade,
Na mesma proporção de quando não tiveram piedade,
E muito menos, Lealdade...

O dinheiro formará uma tromba milionária,
Esta tromba se tornará um furacão trilhardário,
Muitos correrão atrás deste conteúdo e serão sugados,
Sugados por sua ganância, cegos por arrogância.

Os materialistas ficarão presos em seus carros,
Nunca mais poderão sair, os vidros não se abrirão, pois,
Estes foram fechados por medo do ladrão,
E o pecado de muitos foram com o vidro escuro evitar a paquera,
E a força da paixão...

Cães de raça Tornar-se-ão ricos vira-latas,
A mata tomará o que lhe foi roubada,
E as raízes destruirão tudo o que há de concreto,

Os que estiverem trepando com suas ou seus amantes,
Verão o suor se transformar em nuvens nos quartos,
Estes morrerão lentamente, afogados nas águas quentes da hipocrisia,

As putas abençoadas tornar-se-ão virgens,
E verão os que nela cuspiram com gozo na cara e as afundaram na humilhação,
Fazendo-as sorrir numa falsa satisfação,
Assistirem suas filhas em eternos vídeos, agora numa troca de posição,
Sentirão, porém, sua dor...

A morte virá sem piedade,
Os catadores de papelão tornar-se-ão gigantes e um a um esmagarão os carros,
Carros que há pouco prenderam seus donos,
Não os considere, pois, vingativos,
Aos seus olhos, estarão esmagando latinhas que em pouco venderão a um centavo,
Enquanto o dólar volta a subir...

O conteúdo destes carros amassados é tão valioso que a cada centena vendida,
Renderá um bom prato,

Os congressistas, médicos corruptos, jornalistas vendidos e manipuladores,
Verão a carne de sua churrascaria tornarem-se decompostas,
Tão logo toquem suas línguas,
E nada poderão fazer senão sentir aquele lixo o qual muitos mendigos se alimentaram,
Descerem, lentamente pelas suas gargantas...
Bruno Fernando
Enviado por Bruno Fernando em 12/04/2008
Reeditado em 08/06/2011
Código do texto: T943015
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Bruno Fernando
São Paulo - São Paulo - Brasil, 36 anos
69 textos (2851 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 12/11/19 18:19)
Bruno Fernando