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A cinematografia do fantástico mundo da magia

Poetas escandalosos, com encantos caudalosos e apologistas
Fora do cerco não se bateram, só receberam massagistas
Estou decepcionado com seus pesos, e suas balanças são pesares
Pois poetas deveriam ser ideologistas e não reprodutores falazes.

Tua corpulência, tua condição de febre ofende a ousadia
Esta não condiz com a matiz da arte, com a condição que aplaude a poesia
Tua audiência, teu pesar que cede, escurece o dia que se acorda amarrado
Neste vão, em subterfúgio, só murmúrio, sem prazer em proseado.

Poeta escandaloso por apologista
Submetendo teu sinônimo romanceado a um público cardiologista
Mata teu peso e cede tuas mordaças por medo e egoísmo
Infringe à tua mastigação de bruxismo os cultuadores deste simbologismo

Fede pressão no carma, na tentação criada, sob sílaba inicial da frase
Em duas letras que destacam-se para valer-me de paráfrase
Mostrar que este poeta é curto, criativo, agressivo e passa o recado
Aos mexilhões subversivos que desconhecem esta arte de furor recatado.
Paulo Keno Zhërus
Enviado por Paulo Keno Zhërus em 11/01/2018
Reeditado em 02/04/2019
Código do texto: T6223075
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Paulo Keno Zhërus
Caraguatatuba - São Paulo - Brasil
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