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EFEMERIDADE

Viver e não ter vergonha de ser.
Amar sem medo e sem arrego – seu braço? Por que não estender?
Nesta tridimensionalidade – cuide-se: do seu corpo, do seu espírito e principalmente da sua alma,
por quê? Nessa harmonia há beleza e nos traz serenidade... Calma.

Preconceito? Pra quê? Você se vê?
Quem não tem defeito para que se apontar?
Discriminar? Ou “des” criminar?
É você quem sempre vai escolher

Dar o seu melhor? Ou pensar que você é melhor?
 ah! Escolha amar... Amar muito... antes que o pincel do tempo

tinja seus cabelos – nessa tal efemeridade. E agora? Cadê a feliz idade: não há mais tempo, pois a vida se foi como o vento.

Então, acolher ou se encolher?
Essa decisão – só você pode fazer – a vida é feita de escolhas – não duvide...
Ela é curtíssima demais e não volta para trás... É como um conto ligeiro. Um vapor que desvanece e sabe o que acontece?
Xiiiii – cadê a vida? já passou.

Silvânia Gregório Carlos
20/11/2017
Silvânia Gregório
Enviado por Silvânia Gregório em 30/01/2018
Reeditado em 06/02/2018
Código do texto: T6240556
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Silvânia Gregório
Porto Velho - Rondônia - Brasil
6 textos (97 leituras)
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Silvânia Gregório