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OLHOS BRANCOS

No intimo de sua alma sedenta
Arde e cresce absinto pensamento
Que tal ilusão, a realizar, intenta
E deixar de ser, chaga e tormento

E, ainda ligado a forçoso passado
De correntes que encarceram vidas
Deixa-se ir só, sem alegrias do lado
Sem perceber as doces horas já vividas

Mas, o amor, sentido da existência humana
Apesar de relutantes olhos se negarem ver
Faz perdoar a pobre e decaída alma profana
Que começa num singelo gesto de bem querer
Quinho Barreto
Enviado por Quinho Barreto em 12/07/2018
Código do texto: T6388104
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Quinho Barreto
Fortaleza - Ceará - Brasil, 55 anos
65 textos (607 leituras)
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Quinho Barreto