- SÃO VERDES.

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Tem algo sempre que temos que compactuar, das coisas que assim se apresentam, os olhos verdes que posso então cruzar, neles então me amarrar, mas eles passam e a acompanham.
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Dói a mente no instante que quero a chamar, quero a deslindar e proteger, ou ser então protegido, do mundo a se entorpecer, num legado que se converterá, o tempo se ira.
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Não se segue uma logica normal, das coisas os segredos que se escondem, e onde se nasce é o caminho real do morrer, e se, razão de ter razão, não se trata de compreensão, sim inicio da paixão
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Nos saltos e nos presságios reais, estes olhos verdes se foram e não os verei jamais, na visão , quando ela vira a costas e se vai, não diz adeus, nem eles os olhos se tornará, assim então se vê.
elio candido de oliveira
Enviado por elio candido de oliveira em 12/10/2020
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