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A eterna véspera


Doudo amor que não o tenho,
Estarei vivo amanhã
Por estas ruas a procurá-lo
E não estarei nunca em lugar algum
Caso não o encontrar

Dou do amor o que tiver
E serei o mais erudito de todos
Levarei frases feitas, perfeitas;
Perplexo de tanto rigor.
E eu não serei um qualquer,
Só o que você quiser.

Amanhã, sou o rei que quiser
Para você não negar,
Para você adorar.

Amanhã sou eu quem vai chegar
E para sempre hei de estar
No lugar que eu passar.





Edson Penha Lopes
Enviado por Edson Penha Lopes em 10/07/2007
Código do texto: T559471
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Edson Penha Lopes
Itaperuna - Rio de Janeiro - Brasil, 61 anos
92 textos (1786 leituras)
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Edson Penha Lopes