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DEPOIS DO OCASO


O sol se pôs;
Vermelho e solitário,
(como eu).

A noite se expôs;
Manto imaginário,
Em mim, escureceu.

Alimento meu relicário;
Com lampejos de desejos,
Mas, sinto, no recinto,

O centeio ordinário da dor;
Que veio incolor,
No veio do desencanto;

E sem qualquer receio,
Nitriu todo o pranto;
Que a alma compôs.
DELEY
Enviado por DELEY em 05/10/2007
Código do texto: T682412


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Sobre o autor
DELEY
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil
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