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ATRAVESSANDO VITAIS E PRECISAS FRONTEIRAS

     Fronteiras do viver a que nelas, pois atravessei
  Não! não fiquei!
      E destarte meu sangue, aqui transpirei
          Até consumir-me... de todo
    Passei
 De início com lágrimas e revolta
 
   Insensatez?... ou não seria ferid'orgulho?
      Verdade que não sei!

 Oh! quem há nest'exílio a não provar o amargo do partir?
       (salvo s'é então... um natimorto!)
   Não! não m'esquivarei no caminho
   
      Sacro e inevitável... viver?
         Quem sabe?

      E assim me percorro... d’um lugar par’outro
   Sem nele me demorar
       
     Desapego...  ou libertação?
       Certamente que sim!

  E se o amor caducou e finalmente morreu...
    Que, pois fazer?
       Lamentar-me-ei?... Prantear-me-ei?
   Oh, não! de form’alguma!
   
   E o qu'então a ele se dizer?
       "Adeus!"
    Simplesmente... adeus!

      Melhor assim!
Paulo da Cruz
Enviado por Paulo da Cruz em 27/01/2019
Reeditado em 27/01/2019
Código do texto: T6560733
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Paulo da Cruz
Curvelo - Minas Gerais - Brasil
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Paulo da Cruz