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MAIORIDADE IMPUNE, NO XADREZ!

Vamos começar! Mas, por onde iniciar?
Porque primeiro os meninos, sem ensino,
Sem destino e referência, que fizemos tropeçar?
Vamos baixar, primeiro, rigores da lei
Que já existe, por inteiro, sobre a maioridade,
Começando pela parte dolorida: devolvam tudo
O que levaram do povo, debaixo de uns bons “cascudos”!
De cima vem o exemplo, que é dado a todo tempo,
Oh! Que grande hipocrisia de bandido protegido!

Investimentos frustrados, Escolas, Empregos, Saúde.
Cadeia pra todos no Estado, sem nenhuma “Exceção”,
Ninguém viu, ou não ouviu, nada do que se passa ao redor,
Situação se complica, população reivindica,
Com urgência, os rumos serem mudados,
Ninguém agüenta calado, “prendam-se” todos pra, depois,
Perguntar quem é culpado.
Vamos deixar de ser “lights”, “diets”, muito menos adoçados,
A Escola virou Tapera, o Emprego, Desemprego,
Saúde virou Doença, mesmo pra quem tem uma crença,
Morre no corredor, no chão! Cadê Bilhões afanados?

Fosse um, fossem dois, resolveríamos, agora!
Mas o câncer progrediu, e já correu mundo afora.
Quem fiscaliza o fiscal? Policia o policial?
Quem levará o recado, ao Rei, de que se encontra pelado?
Príncipes foram treinados pra dizer:- estamos certos!
-Vocês, aí, é que fiquem  mais espertos!
Temos juízes iníquos, profetas distraídos,
Se não estão envolvidos, deixam bem frouxo correr,
Falar nada do que está a acontecer!
A nação toda carece de um Deus, que só esquece
O pecado de quem erra, ao ter sido confessado!

Sobradinho-Df,    22-02-07
abello
Enviado por abello em 24/02/2007
Reeditado em 24/02/2007
Código do texto: T392331
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
abello
Brasília - Distrito Federal - Brasil, 78 anos
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