Você!

Não compreendo meu corpo...

As lembranças não foram importantes

Pois traz um presente que gostaria de manter distante

Mas meu corpo grita o teu...

Meu instinto se eleva ao ápice

E a temperatura se espalha a me rosar a face

Como posso querer o que abomino?

Como o sensual me domina e aprisiona...

E a libido me envolve... Num abraço tão poderoso, tão forte

Que mesclo minha vida com a morte...

Não posso suspender meu véu

Este que separa em mim

Razão da paixão...

Não resistir ao meu sexo latente

Corri de encontro ao pecado

Lancei-me nos braços da sorte...

Baco me embriagou com teu gosto... Tua boca provei ... Provou!

Embebida de ti... Perdida de mim!

És efêmero como esse vento que me acaricia o rosto...

Sútil por vezes... Por vezes tão devastador...

Hedônica estou

E meu desejo se resumiu a você...

A tua boca gulosa, tua língua nervosa.

Meu sexo explodiu em tua volúpia...

O teu querer

Agora é o meu querer

E eu simplesmente não compreendo...

Observadora
Enviado por Observadora em 20/08/2013
Reeditado em 05/11/2013
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