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UM POETA MORRE A CADA DIA



Desenha num verso na nívea folha
Despudorar-se diante do papel
Mostrar a nudez da alma aflita
Ato mágico no parir poético
Surge uma letra, mais outras...
As palavras dançam ao invisível
Som da melodia ritmada do coração
Abstrai-se um verso, que triste
Quer companhia para existir
Mais um mais um, até ao poeta exaurir
As estrofes migram, procurando
Sua melhor colocação...
Será poesia, será canção...
Não importa...o amor foi a inspiração
Contemplando o filho recém parido
O poeta sente o findar daquela vida
Deverá morrer, para renascer
Na próxima poesia por ele escrita!




DENISE


Denise Severgnini
Enviado por Denise Severgnini em 12/01/2005
Código do texto: T1479


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Sobre a autora
Denise Severgnini
Novo Hamburgo - Rio Grande do Sul - Brasil, 62 anos
11345 textos (955435 leituras)
16 áudios (8944 audições)
311 e-livros (34614 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 17/05/21 23:44)
Denise Severgnini