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Meu Agreste Sofrido

Meu amado agreste,

De onde saí não faz muito,

Tempo, que me recordo,

De quando as arvores subia,

Para sentir bater o vento em meu rosto.


Agreste amado,

De onde não se consegue esquecer,

Dos momentos vividos,

Só alegria posso ter.


De seca as dores da colheta errante,

Mas de chuva alegria, nostalgeante.


Das familias pobre de meu agreste,

Recordo apenas suas alegrias,

Pois suas tristezas se tornaram para mim

Lições diarias se fim.


Termino minha frase agrestiniana,

Falando de minha tristeza apenas,

Por não ser reconhecido agrestino sofredor,

Que de lá parte,

Para uma vida melhor,

Onde os percausos de dores

São maiores que aqueles

Sofridos em terras outras.
Jandeilson Galvão Bezerra
Enviado por Jandeilson Galvão Bezerra em 05/05/2006
Reeditado em 17/04/2009
Código do texto: T151045


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Sobre o autor
Jandeilson Galvão Bezerra
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 36 anos
26 textos (1275 leituras)
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Jandeilson Galvão Bezerra