DO AMOR QUASE PERFEITO QUE NÃO CULTIVAMOS

Doce,

ainda entre os acres,

até para

que adocem.

Suave,

em meio aos golpes,

que virão

como é sabido.

Espaço de céu,

para que voe livre

e liberdade

pra querer

estar junto,

assim,

por seu próprio desejo

E não

esquecer

no medo da falta

que fará

se se for.

Ah!

E a capacidade

de se renovar,

de surpreender,

quando

tudo em volta

é mesmice.

Débora Denadai
Enviado por Débora Denadai em 09/05/2005
Código do texto: T15866
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