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Na quietude da alma

Gestos de carinho pairam no ar, sem remoer o passado,  navegando no sabor dos elementos, dividindo com o vento minhas quimeras.
Cantiga suave alimentando sentimentos diversos,  na busca insaciável de emoções, ciclo de vidas entrelaçadas, fez o amor arder no peito.
Quando a lua surgir de repente no firmamento, na quietude da alma, encontrarei consolo, recompondo as forças no sonho esquecido, sacrifício desmedido, despertando a emoção adormecida, aflorando na pele, o perfume das flores caídas, sopradas pelo vento.
Faltando-me a voz, deixo apenas o coração falar suas queixas,  num gesto sem censura, duras amarguras, estateladas, desprovidas do medo, libertam para amar.
Harmonias de cores e perfumes, amores vãos, carregando as próprias fronteiras, sorvendo a vida passo a passo.
A alma cobre-se de encanto, galopando no território do coração, em suaves deslizes.
 


Escrito
22.05.2006

Por Águida Hettwer
Águida Hettwer
Enviado por Águida Hettwer em 22/05/2006
Reeditado em 22/05/2006
Código do texto: T160943


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Sobre a autora
Águida Hettwer
Sapiranga - Rio Grande do Sul - Brasil, 46 anos
1318 textos (140191 leituras)
15 áudios (2202 audições)
6 e-livros (3128 leituras)
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Águida Hettwer