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Poesia de verão

Me disseram da fumaça do canhão
Perspicacia do que é puro e delicado
Me rendi a um prado escasso
E a um céu de onde não jorrava mais o mel
Porque todos os justos partiram do deserto de Deus

O guia se lançou nos poços em busca das rosas
E as prostitutas limparam suas pernas
Era alvorada das bençãos na Terra dos sonhos
Está escrito

E assim como isto é obsceno
é o sujeito olhar nos olhos da criança com íris brumosa
E como é triste um homem viver sem amor
também o é se abster da alma por amar

A asa do passaro e o vento
vai dar no sul
A secreção e o processo
vão dar a flor

E ela submerge nesses processos
O agente que rompe com um bruto, agourento
de porte supérfulo
Para ser rainha

Minha

Como fruta do pomar da minha terra cercada
Como a idéia que me corteja a cabeça
E a loucura que flerta com a inteligencia imprestável
e obesa

E ela passou breve
como aqueles ventos de boas venturas
Turkk
Enviado por Turkk em 01/06/2009
Reeditado em 03/06/2009
Código do texto: T1627016


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Sobre o autor
Turkk
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 32 anos
93 textos (2971 leituras)
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