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VERSOS LAPIDADOS
NALDOVELHO

Palavras poucas, soltas, contundentes,
versos lapidados, preciosos, abrangentes.

O vento que invade remove as cinzas,
atiça o meu corpo e incendeia a casa.

Quem sabe a tarde traga um poema,
palavras amenas pra me seduzir?

Quem sabe numa dança, uma música suave?

Frases lacônicas, sussurradas, sagradas.

Ao revelar meus segredos, abrando meus medos.

Nada é tão urgente, nada mais é latente...

E o poema é nascente, olho d’água, água ardente
e brota assim destrambelhado, vem matar nossa sede,
vem nos dar de comer!
NALDOVELHO
Enviado por NALDOVELHO em 07/06/2009
Código do texto: T1636927

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Sobre o autor
NALDOVELHO
Niterói - Rio de Janeiro - Brasil, 70 anos
461 textos (22883 leituras)
10 áudios (1192 audições)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 23/09/20 07:41)
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