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CATIVEIRO

Não há muros
detendo-me
Nem correntes
aprisionando-me
Mas tu me deténs
aprisiona-me em tua teia
Caí em teu alçapão
Cilada do amor,
cegou-me a razão
Sou prisioneira
num cativeiro
sem paredes
Mãos atadas
sem amarras
Livre e enlaçada
por tuas adoráveis
e invisíveis garras.
Manoela Franco
Enviado por Manoela Franco em 20/01/2005
Reeditado em 09/05/2012
Código do texto: T2002


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Sobre a autora
Manoela Franco
Feira de Santana - Bahia - Brasil, 37 anos
56 textos (3154 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 31/05/20 05:01)
Manoela Franco