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Cárcere Privado

Há uma mulher que retenho nos meus dedos,
Envolta em tinta opaca;
Há um limiar que se aproxima em rios serenos,
Que em mim deixo passar.
Há, também, um apetite escasso de fome,
Que mato com o tempo.
E há nos meandros inextricáveis do ser,
Uma mulher de dedos... que retenho em tintas!


Cristina Pires (02/2005)
Cristina Pires
Enviado por Cristina Pires em 30/05/2005
Reeditado em 30/05/2005
Código do texto: T20715


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Sobre a autora
Cristina Pires
França, 54 anos
87 textos (7327 leituras)
1 áudios (37 audições)
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Cristina Pires