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Dadivas

Ás vezes olho para o horizonte
Outras vezes olho para o azul do infinito
E quando olho para dentro de mim
Vejo-me tão triste e tão distante

Então eu penso no Criador
Deste universo onde vossas mãos
Com pinceladas sutis, pintou.
Paisagens, dando-lhes vida e cor.

Como nos deu vida, nos deu amor.
Nos deu o dom de falar, para podermos rezar.
Nos deu o direito ao livre-arbítrio
Nos deu a razão e o direito de pensar

Nos deu o sol para aquecer nossos dias
Nos deu o céu, também nos deu espaço.
Nos deu a lua, para enxergarmos a noite.
Nos deu as estrelas para guiar nossos passos

O Senhor, tudo nos deu, nada cobrou.
Nos deu a liberdade de ir e vir
Nos deu a terra, nos deu a semente.
A semear e colher, a nós, ensinou.

O Senhor nos deu a esperança
Nos deu a fé, que tanto necessitamos.
Nos deu ensinamentos, e como usá-lo.
Nas horas certas, para quando precisarmos
Volnei Rijo Braga
Enviado por Volnei Rijo Braga em 05/06/2005
Código do texto: T22371
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Volnei Rijo Braga
Pelotas - Rio Grande do Sul - Brasil, 73 anos
2317 textos (155123 leituras)
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Volnei Rijo Braga