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TESOUROS

Porque todos os cantos
de desespero
são sempre submersos,
os tesouros do coração
enterram- se nos restos.

Ainda assim te ouço
no meu torvelinho,
esbulhando o usufruto
de tua fala,
e me faço morto
no ventre do mundo.

Ó lascivos ventos de outono,
quando é a hora
de perder folhas
e ganhar frutos?

– Do livro OVO DE COLOMBO. Porto Alegre: Alcance, 2005, p. 42.
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/23267
Joaquim Moncks
Enviado por Joaquim Moncks em 09/06/2005
Reeditado em 06/07/2011
Código do texto: T23267
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Joaquim Moncks
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil, 73 anos
3548 textos (891684 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 27/05/20 22:41)
Joaquim Moncks