Mergulho

Revirei meus segredos em busca dos medos

Na ponta da agulha cerzi cada fagulha

Desse amor de alegoria cheio de covardia

Se coubesse ensaios... fecharia os balaios

Para conter vazamentos dos breves momentos

Mas ficaram complexos...talvez reflexos

Das horas vazias, nascente das agonias

Emudeci para o mundo...fui mais fundo...

Desmontei as trincheiras, baixei as bandeiras

Acendi meus faróis...redescobri teus sóis

Encontrei a cura...um amor sem censura

Que tem suas sedes entre quatro paredes

Sobrevive na fantasia...é pura magia...

Amor sem trauma...me acolhe a alma...

Canta para a vida...não produz ferida...

Mora no meu peito...longe do meu leito...

Amor sem cobrança não precisa de aliança

Angélica Teresa Faiz Almstadter
Enviado por Angélica Teresa Faiz Almstadter em 06/02/2005
Código do texto: T3639
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