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Arame farpado, bisturi afiado

Traço o prefácio desta história.
Teço-o...(sonhos sem glória?...)
Insisto. Não desisto. Persisto.
Tudo parece em vão... Resisto.

E a pergunta retorna sem pudor:
- por que, afinal, este amor
(arame farpado, bisturi afiado)
que me sangra a alma, desvairado?

Somem, nos escombros, as respostas
(...quanto confiei neste verão!...)
mesmo com promessas de mãos postas!
Sei... um dia os sonhos morrerão.

Aguardo o posfácio desta história
nos silêncios de meus próprios porões.
... não há mais esperança de vitória...
Apenas gesso esfarelado sem razões.
lilu
Enviado por lilu em 11/02/2007
Reeditado em 01/03/2007
Código do texto: T378148

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Sobre a autora
lilu
Pelotas - Rio Grande do Sul - Brasil
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lilu