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Sentidos sem-sentido




   Silêncios mortos no breu da madrugada.
   Tateio por entre os vãos das pedras
   um corpo que já não se ergue.
   - Por onde estarão meus pedaços?
   Sem que me desse conta, desfizeram-se
   no torvelinho dos mistérios.
   Todos os sentidos são sem-sentido
   e já sou menos agora do que antes.
   (...Apenas destroços na noite,
   trapo humano na estrada.)
   Nada mais resta...
   Nada para pensar, nada para dizer.
   Todas as respostas morrem
   no desgosto do amor.
   
lilu
Enviado por lilu em 18/02/2007
Código do texto: T385507

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Sobre a autora
lilu
Pelotas - Rio Grande do Sul - Brasil
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