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Navio Fantasma

Nos primeiros raios de sol,
no balançar das ondas,
na brisa do mar,
surgiu o navio fantasma.

Vazio em seu convés,
destruído em suas laterais,
quebrado em seu casco,
afundado em sua glória.

A tripulação desapareceu,
no meio do denso nevoeiro.
Se perdeu no caminho,
na imensidão do oceano,
nas belezas da ilhas.

Os dias de pescaria,
ficaram apenas na lembrança,
no passado da tripulação
nas vitórias perdidas.

Nos dias de alegria,
canções e melodias.
Histórias de vidas,
histórias de amor.

A saudade é uma música,
doce mas pesada,
que faz o marinheiro
chorar em alto mar

O amor do porto
ficou distante.
Nos primeiros trovões,
que levam incerteza.

A tempestade em alto mar,
colocou um término
ao navio dos aventureiros,
o navio dos marinheiros.

A morte se fez presente,
o sonhou se tornou ausente.
O Navio Fantasma,
chamou sua gente.

Em alto mar,
não existe mais alegria,
mais melodia,
mas apenas uma triste sinfonia,
a sinfonia do Navio Fantasma.

O texto foi produzido pelo autor em 22/01/2006, e inserio neste site originariamente em 18/02/2007.

Proibida a reprodução no todo ou em parte sem citar a fonte em atendimento a lei federal que cuida dos direitos autorais no Brasil.



Dom Paulo Tadeu Rosa
Enviado por Dom Paulo Tadeu Rosa em 18/02/2007
Reeditado em 08/01/2015
Código do texto: T385885
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Dom Paulo Tadeu Rosa
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil
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Dom Paulo Tadeu Rosa