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Abstinência

Pela luz dos olhos Teus
Vejo os olhos meus
Tão perdidos e confusos.

Este ser vagabundo
Que na poesia
Criou seu modo de criar a vida,
Perdeu-se nos teus labirintos labiais
A procura de vestígios, sinais
De um prazer restrito,
Proibido...

Ah! Corpo
Corpo que a meu corpo toca
Houvesse uma viola, um instrumento agora
Pra primeira nota de uma canção
Selaria com glória, então,
A sina de meu ser:

Menina, se de ti me afastar
Certamente irei morrer

Não por exagero tal
Não de angústia de viver
Não da solidão mortal

Mas por abstinência de prazer,
Esse prazer vadio e carnal.
((EU))
Enviado por ((EU)) em 27/02/2007
Reeditado em 27/02/2007
Código do texto: T394956


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Sobre o autor
((EU))
Macapá - Amapá - Brasil, 35 anos
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