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PULSEIRA DE PRATA

Aqui vai a tua pulseira
que já não sei se foi feita ou fazida;
sei que foi sendo feita
e o tempo era tanto, que ela foi feita
em horas de riso e de pranto.

Nem sei se as três pedras
que vieram assim,
ainda são coloridas, amarelas
como o citrino nas jazidas
e as margaridas
que espiam das janelas,
ou se tem a cor dos beijos de amor
que dei nelas.

Grata lembrança das horas de ternura
que juntaram os meus pedaços
em uma corrente de prata,
na exata solidão de noite tão escura,
que eu na tua procura,
quis que tu tivesses
brilho em teus braços ...

Marco Bastos
Enviado por Marco Bastos em 01/08/2005
Reeditado em 02/03/2015
Código do texto: T39557
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Marco Bastos
Salvador - Bahia - Brasil, 76 anos
1733 textos (97388 leituras)
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1 e-livros (803 leituras)
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Marco Bastos