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A alça

Eu furo os teus olhos,
Quero ver o sangue jorrar do teu rosto,
Lembro de uma velha canção da minha infância,
Mas não choro

Choro lágrimas caóticas
Que se sobrepõem à ordem natural dos ventríloquos
Daí vem então caminhando lentamente
Até atingir o meu veio principal de dor

São fotocópias de uma vida minha
Que não mais é aquela bem-amada do frescor vespertino
Já foram belas tendenciosas iguarias estrelares
Nada mais me resta, senão te furar os olhos.
Stephanie Correia
Enviado por Stephanie Correia em 09/04/2007
Reeditado em 18/04/2007
Código do texto: T443723
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Sobre a autora
Stephanie Correia
São Paulo - São Paulo - Brasil, 29 anos
71 textos (3490 leituras)
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Stephanie Correia