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Metropolitanos – IV

Do agir e pensar,
Não pode haver hiatos
De nada adianta cagar regras
Se mau uso faz,
Livros e leituras pedem respeito,
Vociferações atrapalham,
Pois o cotidiano é mais simples,
Daquilo que se impõe
Impede por vez a melhor gerencia,
Quando falta luz,
Pois, nem as velas estão achando...
Ah... Lembra lá – Achados e Perdidos...
Até o teclado esqueceu os signos,
Trepada na cerca, aranha sangra,
Faltando fios de cobre surrupiado,
Casto, tinga de nota seca,
Black Bird como recanta Amy,
Para onde vão, asas...
Todas as velhas roupas coloridas,
Malfadadas as casas esquecidas,
Continuam escondidas atrás do não...
São tantos desvios na praça
Incógnitas para novos arcabouços,
Soletra a tela a dedo exposto,
A fazenda se faz de puta,
O galho nosso que partiu,
Viceja tempestades, clic...
Traquitanas pascoalinas a olho grosso,
Na puída moeda que resta,
Outra conta esperando o vil metal,
He, he, he...
Não sobram palitos, nem dentes,
Fantasmas debaixo do tapete molhado,
Esqueça, não tem como fazer rimas,
Anjos e gárgulas trocando beijos,
A panacéia desvairada,
Emplumados borrando em Sampa...

Peixão
2015
Peixão
Enviado por Peixão em 31/03/2015
Código do texto: T5190729
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 59 anos
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