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INCOERÊNCIAS QUE A MENTIRA REVELA!

 
Enquanto você insiste em criar coisas que não existem e
me deixa só nesta lamúria entristecedora de culpa sem motivos... o tempo passa sem prorrogações.

Simplesmente passa ocultando as minudências que vão ocupando espaços com a tristeza, e ela, sem métodos acaba, encerrando por vez, com os lindos sonhos de amor...
Tempo,
maldito tempo que bendito fosse,
talvez, nestes momentos que a marca da dor surge, não seria o próprio delator das incoerências que a mentira revela.

©Balsa Melo
11-11-00
Brasília-DF
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Enviado por BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO) em 28/08/2007
Código do texto: T627624
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Uberaba - Minas Gerais - Brasil
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BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)